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| Prefeito Eduardo Paes (PSD) e Jane Reis (MDB) |
Marcos Vinicius | Redação Jornal O Folhão
Eleições 2026: O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), confirmou nesta quinta-feira (19) sua decisão de disputar o cargo de governador nas eleições de outubro de 2026 e anunciou a advogada e empresária Jane Reis (MDB) como candidata a vice-governadora em sua chapa. Para se dedicar integralmente à campanha, Paes deixará o comando da prefeitura da capital no dia 20 de março, data em que o vice-prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) assumirá o Executivo municipal.
A oficialização da aliança entre PSD e MDB ocorreu durante a solenidade de recondução do Washington Reis ao cargo de presidente estadual do MDB, em que foi anunciado o nome de Jane Reis como vice. Irmã de Washington Reis — ex-prefeito de Duque de Caxias, ex-secretário estadual de Transportes e figura influente na política da Baixada Fluminense — Jane se apresenta como cristã, mãe, advogada e empresário, trazendo para a chapa um perfil de gestão e conexão com territórios fundamentais fora da capital.
O anúncio também contou com a presença de lideranças nacionais, incluindo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e do MDB, Baleia Rossi, o que reforça a dimensão da aliança no plano estadual e nacional.
Contexto político e apoio consolidado
Com essa articulação, Paes amplia seu arco de alianças e consolida apoio importante de parlamentares e lideranças estaduais, incluindo nomes do Cidadania-23 como Comte Bittencourt e Webert Rezende, que já anunciaram apoio à pré-candidatura. O professor Evandro Brasil, membro do Cidadania-23, destacou esse apoio como um movimento que fortalece a liderança de Paes no pleito fluminense.
Apesar da vantagem nas pesquisas, a campanha de Eduardo Paes enfrenta obstáculos significativos:
1. Cenário adverso no interior e na Baixada Fluminense:
Embora forte na capital, Paes historicamente tem menor capilaridade nas regiões interiores do estado, onde candidatos de outras siglas, incluindo nomes do PL e de oposição, ainda possuem influência. A inclusão de Jane Reis busca justamente ampliar a presença política nessas áreas, aproveitando a base eleitoral da família Reis em Duque de Caxias.
2. Segurança pública e economia:
O Rio de Janeiro enfrenta desafios antigos em segurança pública e finanças estaduais. A violência urbana e a necessidade de políticas eficazes de geração de emprego e renda continuarão sendo temas centrais no debate eleitoral, exigindo propostas claras e factíveis da chapa.
3. Competição com outros nomes fortes:
Embora Paes esteja bem posicionado, adversários podem consolidar candidaturas que fragmentem o eleitorado de centro e direita, especialmente se nomes ligados ao PL e a outras legendas alcançarem apoios regionais expressivos.
4. Gestão da capital e legado:
A saída antecipada de Paes da prefeitura para se dedicar à campanha foi alvo de críticas por parte de alguns adversários, que usam isso para questionar o compromisso com a gestão e as prioridades da população do Rio.
Perspectivas eleitorais
A pré-candidatura de Eduardo Paes reflete a articulação de forças políticas tradicionais e a tentativa de projetar uma alternativa de centro-direita ao atual cenário estadual. Dados eleitorais indicam que, além de liderar dificilmente isolado, sua campanha precisará consolidar apoio nos municípios fora da capital e responder às demandas por segurança, serviços públicos e estabilidade fiscal ao longo da disputa.
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Divulgação





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