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| Foto de Reprodução: Dra. Marcela Lemos, medica. Paciente com sinais clínicos da MPOX |
Redação Jornal O Folhão
Saúde Pública: O crescimento dos casos de mpox no estado do Rio de Janeiro merece atenção das autoridades sanitárias e da população. Quando o número de registros ultrapassa o total contabilizado durante todo o ano anterior, fica evidente a necessidade de fortalecer as ações de prevenção, diagnóstico e acompanhamento epidemiológico.
A situação reforça a importância de uma rede de saúde preparada para identificar rapidamente os casos suspeitos, orientar os pacientes e interromper possíveis cadeias de transmissão. A informação correta também é uma ferramenta fundamental para evitar desinformação, preconceito e negligência diante dos sintomas.
O avanço dos registros também levanta uma questão importante: a capacidade de resposta do poder público. A capital fluminense está sem estoque de vacinas contra a doença, justamente em um momento de crescimento das notificações. Especialistas defendem a ampliação da cobertura vacinal entre os grupos de maior risco, respeitando os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.
A mpox exige informação, prevenção e responsabilidade. Febre, dores musculares, aumento dos gânglios e lesões na pele estão entre os principais sintomas. Diante de sinais suspeitos, a orientação é procurar uma unidade de saúde, evitar contato físico próximo e não compartilhar objetos pessoais. Mais do que acompanhar os números, é fundamental agir preventivamente para proteger a população.
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